Firebase: justaccess-one Escola de Inovação e tecnologia

Como apresentar o sistema

O caminho até a notificação aparecer no celular de quem está assistindo. Não é preciso saber programar nem abrir terminal.

O que você vai mostrar

Na escola real, quem avisa o responsável é a catraca: o aluno passa, e o celular da mãe ou do pai apita. Aqui não há catraca — o Simulador faz o papel dela.

Tudo o mais é real: a notificação sai daqui, passa pelo Firebase, do Google, e chega num celular de verdade. É por isso que a demonstração funciona sem nenhum equipamento instalado.

Cinco minutos antes de apresentar

Faça isto com a sala ainda vazia. É o que separa uma demonstração que funciona de uma que trava na frente do cliente.

  1. 1. Abra o Diagnóstico. Se houver qualquer item vermelho, resolva antes — cada um tem um link para a tela que conserta. Amarelo costuma dar para apresentar.
  2. 2. Olhe o topo desta página. Se aparecer uma faixa vermelha de dry run, o sistema está em modo de ensaio: ele responde que enviou e nada chega. Desligue em Configurações › Entrega.
  3. 3. Faça um ensaio completo: dispare um movimento e veja o celular apitar. Se funcionou uma vez, vai funcionar de novo.
  4. 4. Deixe o celular desbloqueado e com o app fechado. Com o app aberto na frente, algumas notificações não mostram o balão — e parece que falhou.

O passo a passo

Da primeira vez, siga na ordem. Depois de montado, só o passo 5 se repete.

1

Ligue o celular que vai receber

O celular precisa estar com o app do cliente instalado e com login feito. Ao entrar, o app avisa este sistema de que existe — é assim que passamos a saber para onde mandar.

Se o responsável ainda não tem senha, abra Responsáveis, escolha a pessoa e use Definir senha. Depois é só entrar no app com o e-mail e essa senha.

Como saber se deu certo: na tela do responsável aparece um token — uma linha longa de letras e números. É o endereço do aparelho. Sem ele, não há para onde enviar.

2

Teste só o aparelho, antes de qualquer outra coisa

Ainda na tela do responsável, clique em Enviar push de teste ao lado do token. Isso manda uma notificação mínima, direto para aquele celular.

É o teste mais importante da lista. Se chegou, o aparelho e a conexão com o Google estão bons, e qualquer problema depois disto é de cadastro. Se não chegou, pare aqui: nada adiante vai funcionar.

3

Cadastre o aluno

Em Alunos, cadastre quem vai "passar na catraca": nome, matrícula e turma.

Coloque uma foto. A notificação com o rosto da criança é o que costuma impressionar na apresentação — e sem foto o cliente vê um aviso de texto comum, que não mostra o valor do produto.

4

Ligue o aluno ao responsável

Em Vínculos, diga quem é responsável por quem. É esse laço que define para quais celulares a notificação vai.

Um aluno pode ter vários responsáveis — mãe, pai, avó — e todos recebem. Serve bem à demonstração: um movimento só, vários celulares apitando na sala.

5

Dispare o movimento

Abra o Simulador, escolha o aluno, escolha entrada ou saída e clique em disparar. É o momento em que a catraca seria acionada.

A notificação chega em segundos. A tela seguinte mostra o resultado por pessoa: quem recebeu, quem não, e por quê.

6

Mostre o que aconteceu

O Histórico guarda cada disparo e cada destinatário. Vale mostrar ao cliente: é a prova de que a mensagem saiu, para quem foi e a que horas.

Não chegou. E agora?

Na ordem. A primeira resposta "sim" costuma ser a causa.

Pergunte-se Se for o caso
Há uma faixa vermelha de dry run no topo? É ensaio: responde sucesso e não entrega. Desligue em Entrega.
O Histórico diz quiet hours? Há uma faixa de silêncio configurada e o horário de agora caiu nela. Ajuste em Entrega.
O push de teste do passo 2 chega? Se chega, o aparelho está bom e o problema é de cadastro: confira o vínculo entre o aluno e o responsável.
O Android recebe e o iPhone não? É configuração da Apple, do lado do Firebase — não é algo que se resolva nesta tela. Chame quem cuida do sistema.
Chegou o texto, mas sem a foto? O aluno pode estar sem foto (veja em Alunos), ou o endereço público está errado — o Diagnóstico acusa.
O Histórico diz token inválido? O app foi desinstalado ou o acesso expirou. Basta entrar de novo no app, que ele se recadastra sozinho.
O placar veio 2 de 3, sempre o mesmo faltando? Um aparelho antigo ficou cadastrado depois de o app ser reinstalado. Ele é desativado sozinho no disparo seguinte; o Diagnóstico mostra quais responsáveis têm aparelho sobrando.

Se nada acima explicar, o Diagnóstico verifica tudo de uma vez e aponta o item com problema.

Palavras que você vai encontrar

Token
O endereço de um celular específico. Cada aparelho tem o seu, e ele muda se o app for reinstalado.
Movimento
Uma passagem pela catraca: um aluno entrando ou saindo, num horário.
Vínculo
A ligação entre um aluno e um responsável. Sem ele, ninguém é avisado.
Dry run
Modo de ensaio. O sistema finge que enviou, para testar sem incomodar ninguém. Precisa estar desligado na apresentação.
Quiet hours
Faixa de horário em que nada é enviado — de madrugada, por exemplo.
Template
O texto da notificação, com espaços que o sistema preenche com o nome do aluno e o horário.

O que dizer se perguntarem

  • "Isso já está funcionando na escola?" — Não. Este é um ambiente de demonstração. A notificação é real, a catraca é simulada.
  • "Dá para usar amanhã?" — O envio é o que está pronto. Falta a ligação com a catraca de verdade e com o cadastro da escola.
  • "E se a internet do celular cair?" — A notificação fica guardada e chega quando o aparelho voltar, dentro de um prazo.